27 de out de 2009

Necromancia


O Vaticano segue com a idéia fixa de adoração aos mortos,misturando o sagrado com o profano;O papa Bento XVI canonizou neste domingo cinco novos santos católicos em uma cerimônia realizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano.
São eles o polonês Zygmunt Szczesny Felinski, fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas da Família de Maria; a francesa Marie de la Croix, criadora da Congregação das Irmãzinhas dos Pobres; o padre belga Jozef Damian de Veuster, que dedicou sua vida à assistência de pessoas com hanseníase no Havaí; e os espanhóis Rafael Arnaiz Baron, religioso da ordem trapista, considerado um dos grandes místicos do século XX, e Francisco Coll y Guitart, fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas da Anunciação de Nossa Senhora.
A Eucaristia foi celebrada por nove arcebispos, 14 bispos e 20 sacerdotes. Bento XVI mencionou os exemplos de vida de todos os beatos, dando ênfase a seus feitos em favor do próximo e pelo amor a Deus.
A perfeição dos santos, disse o Papa, "na lógica da fé às vezes humanamente incompreensível, não consiste em colocar a si mesmo no centro, mas em optar por andar contra a corrente, vivendo segundo o Evangelho".
"Estas pessoas mantiveram um sincero desejo de alcançar a vida eterna conduzindo uma honesta e virtuosa vida terrena", complementou.
Cerca de 50 mil fiéis acompanharam a missa, que foi assistida também por autoridades dos países de origem dos novos santos.
Estiveram presentes o rei belga, Alberto II, e a rainha Paola, o presidente da Polônia, Lech Kaczynski, o primeiro-ministro francês, François Fillon, e o chanceler espanhol, Miguel Angel Moratinos.
Em nome do governo dos Estados Unidos, nação à qual pertence o Havaí, participaram o embaixador junto à Santa Sé, Miguel Umberto Diaz, e o senador havaiano Daniel Kahikina Akaka.
Após a cerimônia, já durante o Angelus, Bento XVI saudou a presença de um grupo de pessoas que sobreviveram aos ataques de Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945.
O Papa orou para que "o mundo nunca mais assista a semelhantes destruições massivas de vidas humanas inocentes". Parece brincadeira, o papa orar por causa da "destruição massiva de vidas",sendo que o próprio papado iniciou a maior chacina de seres humanos com a "Santa Inquicição", se passando pela "mão de Deus", mataram milhares de inocentes, que depois eles mesmos com peso de conciência canonizaram.

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