29 de dez de 2008

A Natureza Reclama III !


Após calor de 33°C, chuva atinge Porto Alegre




PORTO ALEGRE - Uma frente fria causou nebulosidade e chuva rápida em Porto Alegre e fez a temperatura cair na cidade. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a frente fria agora segue para Santa Catarina e deve causar chuva forte no Estado na virada do ano. No domingo, o Inmet chegou a registrar temperaturas de 33,8°C na capital gaúcha
Nesta segunda, a máxima registrada pelo instituto, até as 14h50, foi de 30°C na cidade. O Inmet afirma também que a frente fria segue para o litoral do Rio Grande do Sul, onde volta a causar precipitações.
Na terça-feira, Porto Alegre deve ter tempo nublado com máxima prevista de 28°C. Nos dias 31 e 1°, a capital gaúcha pode enfrentar chuva forte e trovoadas em locais isolados. A máxima prevista, nos dois dias, é de 30°C.

24 de dez de 2008

O Papel dos Africanos Negros na História do povo de Deus VIII


Simão de Cirene



Foi forçado pelos guardas romanos a carregar a cruz para Jesus até o Gólgota, lugar onde Cristo foi crucificado (Mt 27:32 ;Lc 23:26). Marcos 15:21 acrescenta que ele era “pai de Alexandre e de Rufo” e que “por ali passava,vindo do campo”. Isso pode significar que seus filhos posteriormente aderiram à fé em Cristo e eram conhecidos na Igreja Primitiva.
Cirene ficava no norte da África (Moderna Líbia) e parece que ali havia uma grande comunidade judaica (At 6:9). É possível que Simão estivesse em Jerusalém para a festa da páscoa. Posteriormente, no dia de Pentecostes, visitantes de Cirene ouviram o evangelho em sua própria língua e se converteram (At 2:10 ). Pessoas desse país também são mencionadas em conexão com a pregação do Evangelho aos gentios (At 11:20) e um certo Lúcio de Cirene era mestre na igreja em Antioquia (At 13:1), toda vez que a historia da cruz é contada, se faz necessário lembrar que esse norte africano além de carregar a cruz,foi fundamental na divulgação do evangelho em seu país e colaborador direto na conversão de seus filhos.

O Papel dos Africanos Negros na História do povo de Deus VII


Mizraim

Um dos quatro filhos de Cam ou Cão.
Ele teve no mínimo sete filhos, a maioria dos quais estão listados como progenitores de diferentes tribos e povos. Mizraim é o termo hebraico usado geralmente para identificar EGITO; os egípcios, portanto, são considerados descendentes de Cão (Gn 10:6,13;50:11;I Cr 1:8,11)

21 de dez de 2008

18 de dez de 2008

Eutanásia na TV incendeia opinião pública britânica


Documentário. A Sky TV vai mostrar os últimos momentos

de um doente terminal, que colocou termo à vida em 2006. "Voyeurismo irresponsável", consideram os defensores da vida, "um trabalho informativo e educativo", defende o canal
Ofcom, que só pode agir depois, diz estar atento
"Estou a morrer. Não faz sentido... tentar negar esse facto." Estas são palavras de Craig Ewert, um norte- -americano de 59 anos que decidiu, em Setembro de 2006, pôr termo à vida por sofrer de uma doença neurológica que o paralisava há anos, no documentário sobre a eutanásia que a britânica Sky Real Lives se prepara agora para exibir.
Realizado pelo vencedor de um Óscar em 1983 John Zaritsky, o documentário Direito a Morrer? mostra os últimos momentos de Craig Ewert, pai de dois filhos, ex-professor universitário que se mudou para o Reino Unido para "escapar dos EUA de Bush", acompanhado pela sua mulher Mary, na controversa clínica suíça Dignitas, em Setembro de 2006.
"Se eu não fizer isto (suicidar-se de forma assistida), a minha opção é, basicamente, sofrer, causar sofrimento à minha família e depois morrer", diz Craig Ewert no programa, no qual, ao lado da mulher com quem viveu 37 anos, Ewert aparece paralisado na clínica suíça, em Zurique, bebendo uma mistura de sedativos e desligando as próprias máquinas. Um serviço que terá custado 3,5 mil euros, diz a imprensa internacional.
Várias entidades contra a eutanásia reagiram de imediato, defendendo que a exibição do documentário é "um voyeurismo irresponsável". Criticando ainda que o programa é uma "tentativa cínica de captar audiências", Peter Saunders, director da Care Not Killing, uma associação de 50 organizações contra a eutanásia, defende que o programa "só vai intensificar a pressão real ou imaginária sentida pelas pessoas que consideram pôr termo às suas vidas por medo de serem um estorvo para as que amam, para quem cuida delas ou para a sociedade".
O próprio primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, foi chamado a pronunciar-se sobre o documentário, dizendo que este "aborda questões muito difíceis". No entanto, defende ser "necessário que nunca haja casos no país em que uma pessoa doente ou velha se sinta pressionada a concordar com a morte assistida".
A directora da Sky Real Lives, Barbara Gibson, defendeu o documentário argumentando que aborda "um assunto que afecta cada vez mais gente", além de se tratar de uma peça "informativa, articulada e um insigth sobre uma decisão que alguns têm de fazer".
Por seu turno, ao jornal Independent, a viúva de Craig Ewert defendeu o documentário, dizendo que o mesmo serve para ajudar as pessoas a "encarar os seus próprios medos" sobre a morte. E, continua, "para Craig, meu marido, permitir que as câmaras filmassem os seus últimos momentos em Zurique foi enfrentar o fim com honestidade".
Frisando que não pode agir antes de qualquer programa ser exibido, o regulador dos media britânico, Ofcom, disse que iria estar atento.
Ewert, na cama, entubado, troca um último beijo com Mary, a quem diz: "Amo-te muito", ao que ela responde: "Tenha uma boa viagem. Veremo-nos em breve."

ÊXODO 20:13

16 de dez de 2008

A Natureza Reclama II !!


Discurso em Poznan 13 de dezembro de 2008: 12:45 AM ( Ex- Presidente Al Gore )
Nós, a espécie humana, ter chegado a um momento da fatídica decisão. It is unprecedented and in some ways even laughable to imagine that we could actually make a conscious choice as a species. É sem precedentes e, de certa forma até mesmo ridículo imaginar que poderíamos realmente fazer uma escolha consciente como uma espécie. But that is nevertheless the challenge that now faces us because our home, Earth, is in danger. Mas isso está, no entanto, enfrenta agora o desafio que nós, porque a nossa casa, Terra, está em perigo. What is at risk of being destroyed is of course not the planet itself but the conditions that have made it hospitable for human beings I will not dwell on the science but I want to state a few facts if only to underscore the urgency of our task. Qual é o risco de ser destruído não é, obviamente, o próprio planeta, mas as condições que tornaram hospitaleiro para os seres humanos não vou me debruçar sobre a ciência, mas quero declarar alguns fatos se apenas para sublinhar a urgência de nossa missão. We are, after all, in a process of negotiation with one another around the world but it's important to remind ourselves that we cannot negotiate with the facts. Estamos, afinal, em um processo de negociação com uma outra ao redor do mundo, mas é importante lembrarmo-nos que não podemos negociar com os fatos. We cannot negotiate with the truth about our situation. Não podemos negociar com a verdade sobre a nossa situação. We cannot negotiate with the consequences of unrestrained dumping of 70 million tons of global warming pollution into the thin shelf atmosphere surrounding our planet every 24 hours. Não podemos negociar com as conseqüências de não reprimido dumping de 70 milhões de toneladas de aquecimento global, a poluição em atmosfera circundante thin prateleira nosso planeta a cada 24 horas. Scientists have for several years now warned us that we are moving dangerously close to several so-called tipping points that could within less than 10 years make it impossible to avoid irretrievable damage to the planet's habitability for human civilization unless we act quickly. Cientistas têm há vários anos, advertiu-nos que estamos a caminhar perigosamente perto de vários dos chamados pontos que poderiam depósito em menos de 10 anos torna impossível para evitar dano irreparável para a habitabilidade do planeta para a civilização humana se não se agir rapidamente.

15 de dez de 2008

A Natureza Reclama !!


Prefeito de Veneza decreta estado de alerta por inundações
Fortes chuvas fizeram o nível da água em Veneza alcançar 156 centímetros nesta segunda-feira, maior nível em 22 anos, submergindo as ruas e deixando a maior parte da histórica cidade italiana sob inundações. Turistas e moradores tiveram que caminhar com água até os joelhos.
O prefeito de Veneza declarou estado de alerta e pediu que as pessoas fiquem em casa. "Este nível de água é excepcionalmente alto", disse o prefeito de Veneza, Massimo Cacciari. "Não se aventure fora de casa a menos que seja necessário".
Toda a cidade --fundada no século 9 sobre uma série de canais-- sofre com as enchentes periódicas causadas pelas chuvas. Contudo, os trabalhadores disseram não ter conseguido se precaver das enchentes desta vez pela velocidade com que o nível da água subiu com as fortes chuvas.
Os serviços de trem e táxi foram suspensos. Entre os locais afetados está a famosa Praça de São Marcos, onde fica a Basílica de São Marcos, um dos pontos mais baixos da cidade.
O Centro Maree, que faz a previsão das enchentes, afirmou que o nível do mar Adriático aumentou 1,56 metros --nível visto somente em 1986. O recorde histórico foi em 4 de novembro de 1966, quando a cidade foi destruída por águas que chegaram a 1,94.
Segundo o jornal italiano "La Reppublica", as chuvas diminuíram e o nível do mar está diminuindo lentamente.
O governo começou um projeto bilionário na cidade para impedir que o aumento do nível do mar destrua a cidade.

Itália

As fortes chuvas e ventos têm atingido não só Veneza, mas toda a Itália. Segundo o "La Reppublica", depois de um domingo (30) mais ameno, o mau tempo afetou todo o país na madrugada.
A situação é pior em Palermo, Napoli, Roma e várias cidades da região de Umbria, onde os fortes ventos derrubaram árvores.
Na capital, as chuvas deixaram um casal de idosos presos em uma inundação, dentro de seu carro. Um guarda conseguiu salvar o casal.

12 de dez de 2008

Voluntárias católicas brasileiras são barradas e deportadas em Madri


Um grupo de voluntárias brasileiras da entidade católica de auxílio a dependentes químicos Fazenda Esperança foi detido na quarta-feira no aeroporto de Madri e impedido de seguir viagem para Alemanha, onde visitaria representantes do projeto.

Elas dizem ter ficado detidas no aeroporto internacional de Barajas por mais de 26 horas, antes de serem mandadas de volta para o Brasil. Apenas um das integrantes do grupo de cinco pessoas foi autorizada a seguir viagem.

"A gente fica muito indignada pela falta de respeito com que nos trataram", disse Elza Cortez, auxiliar de escritório da Fazenda Esperança de Guaratinguetá. Ela ia para Alemanha para visitar a filha, que trabalha há três anos em uma representação do projeto nos arredores de Berlim.

Ela e as colegas Eliana de Almeida, Aída da Silva e Maria da Conceição Rocha chegaram a Madri na quarta-feira, às 9h45, e embarcaram de volta para o Brasil por volta do meio-dia do dia seguinte.

De acordo com Elza, o grupo de brasileiros que embarcou de volta com elas contava com mais de 20 pessoas. "Era muita gente junta no mesmo local. Sentimos uma pressão psicológica muito grande. Os policiais nos escoltaram até a porta do avião", lembra.

Ela também reclamou do tratamento dado aos brasileiros.

"Os policiais ficaram com todos os nossos medicamentos e tinha gente passando mal, pessoas doentes, com problemas de coração, uma senhora com oito meses de gravidez", lembra.

"Eu mesmo tenho problema de diabetes e tenho que comer de duas em duas horas".

Motivo arbitrário

Segundo as brasileiras, os policiais espanhóis alegaram que elas não possuíam os documentos e recursos financeiros necessários para prosseguir viagem.

"Não entendo porque me deixaram passar e não as outras, embora estivéssemos com os mesmos papéis", diz Rita Correa, a única que conseguiu pegar o vôo para Berlim.

Para ela, o motivo para o impedimento de suas amigas teria sido arbitrário. "Apresentei meu passaporte, o papel da imigração preenchido e passei", recorda. "Minhas amigas, que não tinham preenchido o formulário ainda, tiveram que retornar e, após mostrarem o passaporte, foram levadas para interrogatório".

Mathias Laminski, o padre alemão que havia convidado as brasileiras para visitarem Berlim, também afirmou que o grupo estava com a documentação em ordem.

"Elas estavam com toda a documentação necessária, incluindo seguro de saúde e uma declaração nossa, em alemão, carimbada pela paróquia, assumindo todas as despesas da estada do grupo", afirma.

Laminski se mostrou indignado com a atitude dos policiais espanhóis do aeroporto de Madri. Segundo o religioso, os guardas não quiseram se identificar ao telefone e usavam de sarcasmo ao responder a suas perguntas.

"Um deles chegou a dizer que o motivo para repatriar os passageiros dependia do ânimo do chefe ou se o oficial do dia tinha dor de estômago ou não", afirma o padre. "Isso é uma atitude revoltante".

Documentação

A polícia espanhola do controle de fronteiras do aeroporto de Barajas afirma que a maioria dos casos de brasileiros barrados acontece por falta da documentação necessária.

Sem citar este caso específico (as autoridades apenas confirmaram que um grupo de sul-americanos teve a entrada negada em Barajas), a polícia afirmou que o turista deve demonstrar com provas materiais que não permanecerá como imigrante ilegal no país.

Segundo um policial do aeroporto, "não há discriminação com brasileiros, nem com nenhuma nacionalidade" e as normas "são para todos".

O oficial afirmou à BBC Brasil que os turistas sul-americanos que pretendem fazer escala na Espanha têm que viajar com o visto Schengen. O carimbo é uma prova de que o passageiro seguirá viagem para outro país da União Européia e tem livre circulação na região.

Na lista de documentos necessários estão ainda reservas de hospedagem, contatos de pessoas a quem visitará, cartão de crédito ou dinheiro (cota de 60 euros por dia de estadia) e o visto Schengen, apenas para quem faz escala na Espanha. Para desembarcar em Madri como turista, não é preciso visto.

Consulado

O cônsul brasileiro em Madri, Gelson Fonseca, explicou à BBC que o governo brasileiro "pouco ou nada pode fazer nesses casos".

"É verdade que a polícia tem autoridade para escolher quem entra e quem não. O consulado tenta ajudar, demonstrar que o visitante está dizendo a verdade. Entramos em contato com o Ministério do Interior e colocamos uma queixa oficial, mas a polícia tem a última palavra. Não basta dizer que foram convidadas por alguém, que resolverão quando chegar lá... A polícia pede provas e quem não dá, não entra. Aconteceu de novo com esse grupo e eu lamento", disse o cônsul.

No início deste ano, Brasil e Espanha enfrentaram uma crise diplomática pelo aumento de casos de brasileiros detidos em aeroportos espanhóis e deportados para o Brasil.

Colaborou Anelise Infante, da BBC, em Madri